Infraestrutura de conectividade como base técnica para sistemas de automação residencial
Integrar com a rede do cliente é sempre algo que precisa ser considerado com cuidado e profissionalismo

Infraestrutura de conectividade como base técnica para sistemas de automação residencial

Em todos os projetos de Casa Conectada, o integrador precisa, de alguma forma, interagir com a rede WiFi do cliente. Por mais que se busque usar Zigbee como rede principal para a conectividade dos dispositivos, sempre haverá produtos em WiFi a serem incluídos no escopo.

Também em todos os projetos onde o integrador prefira utilizar sistemas mais complexos a questão de integrar com a rede do cliente é sempre algo que precisa ser considerado com cuidado e profissionalismo.

Em ambos os casos, é comum vermos que o cliente não se preocupou com a rede ou ainda não contratou alguém para cuidar dela adequadamente.

O integrador pode ser “simplista” e apenas usar a rede normal do cliente em seu projeto. Contudo, isso acarreta em alguns problemas. O principal é que qualquer mudança no nome da rede ou na senha vai derrubar a automação por completo, até que os dispositivos sejam reconfigurados.

Também temos a questão de falta de gerenciamento de uso da rede. Isso não permite garantir a performance tanto para o sistema de automação quanto para os demais usuários da rede.

O integrador pode até “cuidar” da rede do cliente, colocando novos pontos de acesso e oferecendo conexões cabeadas para alguns pontos como as TV´s e consoles, mas a solução ainda é muito frágil e propensa a gerar dores de cabeça para os clientes e integradores.

Uma solução mais “profissional” é o integrador configurar uma rede dedicada à automação. Isso pode ser feito com o roteador do cliente ou até trocando o roteador por um com mais recursos. Esta solução vai evitar problemas de troca de nomes ou senhas, mas ainda não vai permitir uma solução mais completa, como balanceamento de redes, gerenciamento de redes de backup, controle remoto, configuração dinâmica de performance e aumento da segurança.

É verdade que alguns projetos podem não exigir soluções mais robustas, mas todo projeto, seja de Casa Conectada, seja de automação residencial mais complexa, precisa que o integrador ajude o cliente a ter a melhor solução possível.

Existem no mercado brasileiro alguns fornecedores de produtos para redes que permitem ao integrador desenvolver projetos robustos, flexíveis e de custos surpreendentemente acessíveis. Uma destas opções é a linha OMADA oferecida pela TP-Link. Integradores interessados podem verificar a agenda de treinamentos através da plataforma IA Conect Brasil, clicando neste link.

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