A Schneider Electric, empresa global na transformação digital da gestão de energia e automação, posiciona o EcoStruxure Building Operation (EBO) como sua principal plataforma para digitalização da gestão predial no Brasil, ampliando dessa forma sua presença no mercado de edifícios inteligentes com uma solução que combina diferentes sistemas e dispositivos em uma única arquitetura digital. A tecnologia oferece visibilidade e governança das operações, apoiando empresas na evolução de seus edifícios rumo a modelos mais eficientes, integrados e sustentáveis.
Parte do ecossistema EcoStruxure, o EBO é uma plataforma aberta e escalável que permite conectar e gerenciar sistemas de energia, climatização, iluminação e segurança, convertendo dados técnicos em insights práticos para a tomada de decisão. Com isso, o sistema da Schneider Electric torna viável otimizar o uso de métodos, minimizar perdas e aperfeiçoar assim a performance das edificações, além de proporcionar maior conforto aos consumidores.
Apesar dos avanços tecnológicos, o setor enfrenta desafios complexos relacionados à competência. Segundo a Comissão Europeia, em comunicado oficial sobre a eficácia energética em construções, por volta de 75% dessas estruturas operam com baixos níveis de eficiência, evidenciando o potencial de modernização por meio de soluções mais interoperáveis e orientadas por dados.
Aplicações práticas e ganhos operacionais
A partir desse cenário, a digitalização predial tem conquistado espaço como um dos caminhos prioritários para transformar a operação de edifícios. No Brasil, soluções da Schneider Electric já estão presentes em diversos tipos de edificações, demonstrando portanto, na prática, as vantagens propiciadas por essa abordagem.
Um dos exemplos é o Infinity Coast, em Balneário Camboriú (SC), que implementou o EcoStruxure Building Operation para incluir técnicas de iluminação, água, gás e climatização, alcançando frentes consistentes em supervisão das operações e efetividade no uso de recursos.
A tecnologia também está presente em ambientes corporativos e de saúde, como na Philips Healthcare, que recorre à plataforma para aprimorar a qualidade do ar e elevar o desempenho de suas instalações. Esses casos reforçam como a integração de sistemas e o uso estruturado de materiais contribuem para ações mais inteligentes, seguras e alinhadas à demanda atual de sustentabilidade.
A própria Schneider Electric adota suas soluções nas operações. A planta da companhia em Blumenau (SC) ilustra esse movimento com a orquestração de tecnologias digitais e estratégias de eletrificação que permitiram à unidade atingir emissões líquidas zero de carbono, fortalecendo a digitalização como alavanca para a descarbonização.
Esse tipo de iniciativa ganha ainda mais relevância diante do impacto ambiental do setor. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP), no relatório Global Status Report for Buildings and Construction, o segmento de edificações responde por aproximadamente 34% das emissões globais de CO₂, o que ressalta a importância de soluções capazes de mitigar esses efeitos de forma estruturada.
Além dos benefícios na operação, plataformas como o EcoStruxure Building Operation incorporam meios avançados de segurança digital, abrangendo gerência de acesso por perfil, rastreabilidade de ações e proteção de dados, assegurando confiabilidade na administração de áreas cada vez mais digitalizadas.
“A digitalização da gestão predial é um passo fundamental para que empresas consigam sofisticar suas operações com mais efetividade, previsibilidade e sustentabilidade. Ao integrar múltiplos sistemas em uma única plataforma, é possível traduzir dados em decisões mais inteligentes, diminuir desperdícios e criar locais mais seguros e confortáveis para os usuários”, afirma Patrícia Cavalcanti, vice-presidente de Digital Energy e Power Products da Schneider Electric para a América do Sul.




